Comunicação na Igreja

7 dicas para criar cards para as redes sociais

18/12/2018

Deixa eu te perguntar: qual o conteúdo do último post que você visualizou hoje? E nem precisa ter curtido ele, você lembra?

Sem querer desmerecer, muito menos julgar a sua memória e poder de concentração, acredito que você está entre os 99% de leitores desse texto que não soube responder. Pois é :/  

Criamos o hábito de passar o feed das redes sociais cada vez mais de maneira automática. Assim, nos tornamos céticos em relação aos conteúdos, devido às incontáveis experiências pobres e vazias. 

Muito disso é resultado da comunicação precária e ineficiente apresentada nos materiais virtuais. Para nós, criadores de conteúdo, qualquer maneira de segurar o olhar e a atenção das pessoas por alguns segundos já é válida, e se conseguirmos que elas reajam a isso será extraordinário! \o/  

Por isso, no post de hoje, apresentamos 7 dicas para te ajudar a criar cards criativos e eficientes. Para cada dica, selecionei um card desenvolvido na Agência Arcanjo para exemplificar. Vem conferir!
 
1. TAMANHO DO ARQUIVO

O google mostra inúmeras respostas para essa questão. As medidas mais comuns são 800x800px e 1080x1080px. Nesse caso, você escolhe um padrão a seguir, o importante é que seja um padrão, todos os cards sempre sejam feitos do mesmo tamanho. A resolução ideal é 72ppi e o formato do arquivo salvo é PNG.


2. USO DE IMAGENS E VETORES 

Imagens falam mais do que palavras. Valorize-as, use efeitos somente quando necessário, explore a mensagem que ela passa a favor do seu card. O ideal é escolher uma boa imagem, sempre que possível de um banco de imagens próprio, caso seja inviável, vale utilizar os bancos de imagens da internet (de preferência, free).


3. USO ADEQUADO E PRUDENTE DAS FONTES (letras)

Ler um card está se tornando um ato cada vez mais raro. Por isso, é essencial que as fontes sejam chamariz e impulsionadoras dessa ação. As letras podem ser diferentes, fora do padrão “Microsoft Word”, porém, precisam ser bem desenhadas e facilmente lidas. Em alguns casos, quando a fonte é bem utilizada, o uso de imagem torna-se desnecessário.


4. DESTAQUE PARA A PALAVRA-CHAVE

O card precisa ter o destaque na palavra principal, no tema ou na informação mais importante, é isso que atrairá o olhar do leitor e conseguir dele a atenção desejada.


5. LEITURABILIDADE/CONTRASTES/HIERARQUIA

Fatores como largura, ângulo e contorno das fontes influenciam na legibilidade, assim como as cores e efeitos definem os contrastes do card. É preciso bom senso para usar todos os elementos juntos. Escolha somente 1 deles para explorar e dedique-se na organização visual, a hierarquia das informações definem a ordem de leitura e a captação correta da mensagem.


6. IDENTIDADE VISUAL ENTRE OS CARDS  

É muito bom quando conseguimos manter uma mesma linguagem entre os cards de um mesmo cliente. Isso não significa “cards iguais, mas com imagens diferentes”, não mesmo! Entendemos por identidade visual a utilização das mesmas características, onde todas se comunicam, ornam e combinam.


7. FERRAMENTA PARA IMPULSIONAMENTO 

Atualmente (e infelizmente), quem paga mais aparece mais :/ Por isso, é importante desenvolver cards já prevendo um futuro impulsionamento (pagamento) para conquistar maior alcance. O facebook, por exemplo, tem uma ferramenta que avalia a proporção de texto na imagem e diagnostica o nível do alcance. Vale a pena você conferir se você pretende realizar anúncios.


Se você leu esse texto até o fim, já pode se desconsiderar aquele 1% de exceção que eu citei lá no começo, parabéns e #gratidao. Se quiser contribuir com alguma dica, fique à vontade para comentar aqui no post ;)

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